Travessia de Ipioca 20198 de junho de 2019

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  • Busy 30 de abril de 2021 às 15:00 – 18:00

Medalhas de Alagoanos em Brasileiros – Flávia Acioly Canuto Wanderley

Para encerrar em grande estilo a série de matérias, atleta com maior número de medalhas em brasileiros, a única atleta da natação alagoana a conquistar medalha em evento internacional absoluto, foi bronze na Copa do Mundo de natação, Flávia Acioly Canuto Wanderley. Sua primeira medalha em brasileiros veio só em 1998 aos 17 anos, em seu histórico constam sete medalhas em Campeonatos Brasileiros (2 ouros, 1 prata e 4 bronzes) além de finais em Brasileiros absolutos (Troféu Brasil e  José Finkel). Atualmente Flávia ainda detém 70 (setenta), isso mesmo, chega a ser inacreditável, mas seu nome aparece 70 vezes na tabela de recordes alagoanos.

1 – Quando e onde iniciou na natação? 

R – Comecei a nadar no Clube Fênix Alagoana, aos 5 anos (se precisar mesmo colocar a data, isso foi em 1986, rs)

2 –  Quando percebeu que seu esporte era a natação e que poderia ser um(a) grande atleta?

R – Desde que comecei, soube que queria continuar nadando, mas, perceber que tinha talento só aos 12 anos, quando conquistei minha primeira medalha em campeonatos N/Ne. Mesmo com essa conquista, não tinha muita certeza de que era uma grande atleta, as coisas, simplesmente foram acontecendo.

3 – Quais as conquistas mais importantes na sua carreira como nadador(a)? Qual o significado para você da(s) medalha(s) em campeonato(s) brasileiro(s) que conquistou?

R – Todas as primeiras conquistas foram importantes: a primeira medalha, depois a primeira medalha de ouro em campeonato alagoano, primeira medalha em amistosos estaduais, primeira medalha em N/Ne, primeira medalha do JUBs, primeira medalha em campeonato brasileiro, primeira medalha de ouro em brasileiro e por fim, a medalha da copa do mundo. Todas elas significam superação, recompensa pelo empenho e dedicação meu e de todos que trabalharam para essas conquistas (treinadores, amigos da natação, meus pais).

4 –Conta pra gente qual sua rotina de treinamento quando conquistou suas medalhas em brasileiros? E aquela série no treino que você nunca esqueceu.

R – Treinávamos de segunda a sábado. Durante a semana os treinos eram de 18.30h as 20.30h e três vezes na semana dobrávamos treino às 5h da manhã (nesses dias o treino da manhã era de 5h às 6.20h), No sábado o treino era pela manhã. Além dos treinos de piscina, tínhamos a musculação duas vezes por semana.

Duas séries que nunca esqueci – 10x400m crawl e 20x100m borboleta para 1min30seg (Aff!)

5 – Para você quais foram as maiores dificuldades que enfrentou para permanecer no esporte competitivo e como superou essas dificuldades para continuar e chegar as grandes conquistas?

R – Eram muitas dificuldades, mas, as principais eram a falta de patrocínio e a falta de estrutura do clube. Na época, não tínhamos acompanhamento multidisciplinar, nem equipamentos de ponta para competir (nunca usei um super maiô, por exemplo) ou treinar. Tudo era investimento dos pais. Só consegui superar as dificuldades porque, realmente gostava muito de nadar, nossa equipe era uma família e meus pais sempre se apertaram para que eu pudesse competir.

6 – No que o esporte de alto rendimento ajudou a construir o ser humano Flavia Canuto?

R – Nossa, tanta coisa. A natação me ensinou a ter disciplina, aumentou minha força de vontade, me fez aprender com as derrotas, me ajudou a entender e respeitar o outro, me ajudou a fazer amigos e a conhecer o país. Até minha profissão foi escolhida por conta da natação (hoje sou professora de educação física).

7 – O que Flávia Canuto faz atualmente na vida? e ainda dá umas braçadas? 

R – Atualmente sou professora universitária e estou abrindo uma empresa que promove ações na área de educação física. Virei bailarina (rs). Passei dois anos sem nadar, nada. Mas, coloquei como meta para esse ano, voltar a nadar (comecei a 15 dias).

8 – Qual a mensagem que você deixa para os atletas que estão iniciando na natação competitiva?

R – o caminho é árduo e exige disciplina e esforço, mas, se a gente sente prazer, tudo é recompensado. O segredo é esse, treine em equipe, é mais animado e motivante, procure um treinador e uma equipe que te faça bem (isso não significa que ele vá pegar leve). Na maioria das vezes, o melhor treino não é aquele que é fácil.

Medalhas de Alagoanos em Brasileiros – Mariana Pedrosa de Holanda

Continuando com as entrevistas de nossos medalhistas em campeonatos brasileiros de natação, agora é a vez de Mariana Pedrosa de Holanda, vice campeã brasileira no ano 2000 aos 13 anos, em dose dupla, tanto no brasileiro de inverno, quanto no brasileiro de verão, ambos na prova de 100m costas. Nadadora de muito talento e que poderia ter tido muitas outras conquistas importantes, mas uma gravidez precoce fez com que abandonasse as piscinas ainda muito jovem.

 1 – Quando e onde iniciou na natação?

Iniciei a natação quando tinha 4 anos no Clube Fênix.

2 – Quando percebeu que seu esporte era a natação e que poderia ser uma grande atleta?

Sempre me senti à vontade e confiante dentro d’água, no começo era mais por brincadeira e amor à piscina. Creio que essa noção de que a natação era um esporte e eu era uma atleta veio após as primeiras medalhas em torneios interestaduais.

3 – Quais as conquistas mais importantes na sua carreira como nadadora? Qual o significado para você da(s) medalha(s) em campeonato(s) brasileiro(s) que conquistou?

A medalha que guardo com mais carinho nem é de ouro, é a de prata que ganhei no primeiro brasileiro que competi. Lembro até hoje da emoção daquele dia, daquela prova dos 100m costas. Eu fiz algo que nem sabia que era capaz, diminuí mais de 4 segundos do meu melhor tempo numa semi-final e mais um pouquinho na final. Quem nada sabe que isso é muito! Por isso, considero a maior de todas as conquistas! Aquilo me provou que nossa capacidade de superação é constante e real.

4 – Conta pra gente qual sua rotina de treinamento quando conquistou suas medalhas em brasileiros?  E aquela série no treino que você nunca esqueceu.

Quando fui para meu primeiro brasileiro estava treinando apenas no período da tarde, entre 5 e 7 mil metros por treino, eu fazia parte da equipe com o treinador Júnior, confesso que foi uma quebra no estilo de treino que sempre tive com outros professores, principalmente Sérgio Corado e Semeão Rufino. O estilo de treino era diferente, a forma como o treinador me cobrava era diferente, eu fiquei assustada com os treinos. Lembro como hoje, logo no meu início na equipe, de um treino de dois “tiros” de 2mil metros.

5 – Para você quais foram as maiores dificuldades que enfrentou para permanecer no esporte competitivo e como superou essas dificuldades para continuar e chegar as grandes conquistas?

Graças a meus pais, maravilhosos, eu não tive muitas dificuldades. Mas sei que outros tiveram, já que todas as competições tinham um custo, principalmente as competições fora de Alagoas. O brasileiro, por exemplo, só ia quem tivesse índice. Sendo assim, no meu primeiro brasileiro só foi eu e outra atleta daqui de Alagoas, tivemos que nos juntar com a equipe de Pernambuco para diminuir os custos de translado e hospedagem. Por conta dessa união entre equipes de estados diferentes trago amizades até hoje com ex atletas de fora do nosso estado.

6 – No que o esporte de alto rendimento ajudou a construir o ser humano Mariana?

O esporte ajuda muito na formação do nosso caráter. Conto até hoje aos meus filhos uma lição de humildade que aprendi com o professor Sérgio Corado. Era hora do revezamento em uma determinada competição e ele formou a equipe do revezamento livre com as 4 melhores, ouro na certa, mas no revezamento medley eu fui inserida em um grupo que não me agradou muito, o resultado foi uma medalha de bronze. Eu saí da piscina extremamente chateada com o professor Sérgio porque com o outro grupo seríamos ouro também. Ele me puxou para longe das meninas e mandou eu olhar para elas e perceber o quão egoísta eu estava sendo. Eu já havia ganhado nas provas individuais e no revezamento livre, elas ainda não tinham nenhuma medalha até essa última prova e estavam extremamente felizes com o bronze. Lembro que chorei muito ao me dar conta do meu egoísmo e levei essa lição para vida.

7 – O que faz atualmente na vida? e ainda da umas braçadas?

Hoje sou formada em engenharia civil, trabalho indiretamente na área numa indústria de mármores e granitos (IGRAMAL). Por um bom tempo ia a todas as competições que me chamavam, mesmo sem treinar absolutamente nada! Mas depois da última gestação passei um bom tempo sem nem entrar na piscina. Tenho saudades!

8 – Qual a mensagem que você deixa para os atletas que estão iniciando na natação competitiva?

Ninguém nasce com habilidades suficientes para ser um atleta. Ter talento ajuda muito, gostar do esporte ajuda muito, mas sem esforço e dedicação não se vai muito além. Tenho certeza de que o melhor do esporte não é a medalha em si, a medalha vem como resultado de sua própria superação e isso é que se torna o fator motivador.

Medalhas de Alagoanos em Brasileiros – Antônio Luiz Duarte Candido

Seguimos com nossas matérias com os alagoanos que se destacaram na natação brasileira e conquistaram medalhas em Campeonatos Brasileiros, agora é a vez de Antônio Luiz Duarte Candido, nadador bem versátil, no infantil se destacou nas provas de fundo, mais tarde se tornou grande nadador de peito e medley, diversas vezes medalhista em torneios regionais entre 2000 e 2004, se transferiu para São Paulo em 2005 e lá seguiu evoluindo e chegou a finais de brasileiro absoluto, encerrou sua carreira e continua por lá hoje como um dos melhores técnicos de natação paralímpica do país.

Ainda hoje detentor de 44 recordes alagoanos de categoria e um recorde absoluto.

1 – Quando e onde iniciou na natação?

Comecei por recomendação médica em 1989 no SESI Cambona.

2 – Quando percebeu que seu esporte era a natação e que poderia ser um(a) grande atleta?

Obrigado pelo grande atleta. Mas me julgo como esforçado. Em 1990 iniciei o judô porque era o esporte que eu gostava. Não gostava da natação. Após conquistar o título estadual no judô, minha mãe mandou eu escolher entre os dois esportes. Optei pela natação pois ganhava mais medalhas por competição disputada.

3 – Quais as conquistas mais importantes na sua carreira como nadador(a)? Qual o significado para você da(s) medalha(s) em campeonato(s) brasileiro(s) que conquistou?

– Medalhista Brasileiro 2000 (bronze 200 peito), Medalhista Brasileiro 2001 (prata 100 peito e 100 costas) Campeão Alagoano até 2004, Sul-mato-grossense 2005, Paulista 2008. Finalista de Finkel 2008 e 2009.

– Recompensa pelos esforços diários e celebração do trabalho feito em especial as técnicas aprendidas com Sérgio Corado, Semeão Rufino e o poder de acreditar que o Júnior nos desenvolvia diariamente na piscina da Fênix.

4 –Conta pra gente qual sua rotina de treinamento quando conquistou suas medalhas em brasileiros? E aquela série no treino que você nunca esqueceu.

– 05:30 dobra de segunda à sexta-feira Clube Fênix Alagoana

– 07:30 – 12:00 Escola

– 16:00 – 18:30 Fênix segunda à sexta

– 19:30 – 20:30 Musculação Academia Sena Segunda Quarta e sexta-feira

– Treinos aos sábados. (Descia de Bike do tabuleiro para economizar passagem e ajudar em casa)

Série inesquecível:

– 10 x 300 peito na curta a cada 4:25 segurando 04:10

5 – Para você quais foram as maiores dificuldades que enfrentou para permanecer no esporte competitivo e como superou essas dificuldades para continuar e chegar as grandes conquistas?

– O suporte familiar e do técnico em fazer acreditar que era possível. Júnior foi preponderante na mudança para ter ambições nacionais. As dificuldades, todos nós temos na vida. Importante é ter objetivo.

6 – No que o esporte de alto rendimento ajudou a construir o ser humano Antônio Luiz Candido?

– Me abriu portas e me mostrou o mundo.

7 – O que faz atualmente na vida? e ainda dá umas braçadas?

– Sou técnico de natação paradesportiva.

– Nado 2/3 vezes na semana por hobby.

8 – Qual a mensagem que você deixa para os atletas que estão iniciando na natação competitiva?

Um bom atleta se faz com regras, abdicações e muito treino. Desligue das bolsas, do dinheiro, de status.

– Dormir, comer, Treinar e sonhar.

 

Medalhas de Alagoanos em Brasileiros – Lucas Fragoso

A data é 19 de dezembro do ano de 2003, o local Parque Aquático Júlio Delamare na cidade do Rio de Janeiro, Lucas Fontes Lima Fragoso atleta do Clube Fênix, conquistava a medalha de bronze na prova de 200m medley durante o Campeonato Brasileiro Júnior de natação, se passaram mais de 16 anos e de lá para cá nenhuma outra medalha em campeonatos brasileiros de natação foi conquistada por nadador de equipe alagoana.

É triste, mas é a realidade, a natação alagoana sumiu do cenário nacional desde então, é verdade que, recentemente, tivemos Oberdan Oliveira Júnior e suas medalhas nas olimpíadas universitárias, bronze em 2015 e 2018 e ouro em 2019, e a prata do revezamento  4 x 100 medley também nas Olimpíadas Universitárias em 2019, mas em campeonatos brasileiros nenhuma conquista desde 2003.

E para homenagear esses vitoriosos atletas e estimular os novos talentos de nossas piscinas a estarem entre os melhores do país, a FAEAL inicia hoje uma série de matérias com os nadadores de equipes alagoanas que subiram ao pódio em Campeonatos Brasileiros, iniciando pelo último medalhista Lucas Fragoso.

Vale aqui uma menção a Luiz Eduardo Mendonça Pereira, vice campeão brasileiro nos 400m Livre juvenil em 1994, que na época da conquista treinava no Iate Clube Pajussara, mas representava o Clube Português de Recife.

Duas coisas são comuns entre todos eles o fato de terem começado a se destacar no esporte por volta dos 13 ou 14 anos, exceção feita a Mariana Holanda que desde o Mirim 2 já subia ao pódio nos regionais e o fato de terem tido o mesmo técnico quando conquistaram as medalhas em brasileiros, José Luiz da Silva Junior, Prof. Júnior, hoje no Iate Clube Pajussara.

Lucas Fragoso destacou-se nas provas de meio fundo, costas e medley, além das medalhas em brasileiros conquistou diversas medalhas em regionais e bateu muitos recordes alagoanos, atualmente detém “apenas” 56 recordes estaduais, sendo 8 absoluto e 48 de categorias.

1 – Quando e onde iniciou na natação?

R: Agora eu não recordo muito bem o nome da academia, mas lembro que minha mãe disse que fiquei três meses lá e durante todo esse tempo eu não soltei a escada da piscina, mesmo utilizando a boia. Como a piscina era funda e não dava pé, não teve jeito de eu fazer as aulas.

Na sequência já fui para a Fênix onde havia a piscina pequena e aí sim comecei a nadar mesmo, isso eu tinha entre 5 e 6 anos.

2 –  Quando percebeu que seu esporte era a natação e que poderia ser um(a) grande atleta?

R: Ao final da categoria PETIZ 2 (12 anos), pensei em parar de nadar, mas minha mãe me incentivou a ficar mais um pouco, mas apenas se fosse para fazer com vontade e fiz isso. Aos 16 anos no JUVENIL 2, foi que realmente decidi treinar com o máximo que podia, 100% todos os dias, isso só aconteceu quando vi um adversário meu de Pernambuco ao qual eu ganhava mais novo e estava perdendo e feio para ele nos últimos 12 meses. Quando eu o vi treinando, percebi o porque estava perdendo para ele e decidi que iria ganhar de novo.

3 – Quais as conquistas mais importantes na sua carreira como nadador(a)? Qual o significado para você da(s) medalha(s) em campeonato(s) brasileiro(s) que conquistou?

R: Todas as conquistas são importantes, mas claro que tem aquelas que têm uma dificuldade maior pelo nível de competitividade. A primeira medalha de brasileiro nos 200 costas JUNIOR 1 (BRONZE), mas também tenho uma memória muito boa pela primeira final de brasileiro também nos 200 costas JUVENIL 2. 

A medalha de brasileiro com certeza era algo que achava inimaginável para mim quando era mais novo, via o pessoal muito à frente de mim, porém entendi que quando se quer algo, não precisa da melhor estrutura para conseguir e sim maior vontade que temos dentro de nós mesmo. Ganhei 4 medalhas ao todo em campeonatos brasileiros de categoria representando um clube de Alagoas e uma medalha de nível absoluto já representando o Corinthians em um revezamento 4×200 livre.

4 –Conta pra gente qual sua rotina de treinamento quando conquistou suas medalhas em brasileiros? E aquela série no treino que você nunca esqueceu.

R: Na época treinava de segunda a sábado, 11 períodos ao todo, fazia dobras ao meio dia todos os dias e o treino maior no final da tarde todos os dias. A musculação era três vezes na semana após os treinos do fim da tarde.

Nessa época da Fênix é até difícil de lembrar agora de uma série, mas me lembro que quando era JUVENIL 2 e comecei a treinar com tudo (expliquei isso na pergunta 2), fiz um série de 3×400 a/c 9’00 e minha melhor marca até então era 4’22. Nadei a série para 4’28, 4’24 e 4’19. Nesse dia eu percebi que podia muito mais.

5 – Para você quais foram as maiores dificuldades que enfrentou para permanecer no esporte competitivo e como superou essas dificuldades para continuar e chegar as grandes conquistas?

R: Não acho que tive problemas na parte do cotidiano, na parte prática dos treinos e competições, com certeza as maiores dificuldades na época em que morava em Maceió foram em termos de viagens para competições. Era difícil conseguir recursos para as competições nacionais e muitas vezes a secretária prometia e em cima da hora deixava na mão. Depois que mudei para São Paulo, o Corinthians bancava tudo e isso virou passado.

6 – No que o esporte de alto rendimento ajudou a construir o ser humano Lucas Fragoso?

R: Com certeza a disciplina, busca por metas e resultados, respeito às regras e hierarquia.

Também a conviver em grupo, aprendi muito isso quando morei em alojamento com vários outros integrantes.

7 – O que faz atualmente na vida? e ainda dá umas braçadas?

R: Hoje sou técnico de natação do Corinthians e cuido do grupo de meio funda da equipe principal.

Ainda nado quase que diariamente, de 3 a 4 mil. 

8 – Qual a mensagem que você deixa para os atletas que estão iniciando na natação competitiva?

R: Acredite que pode chegar nos resultados almejados, porém faça por onde e quando chegar não esqueça o quanto de esforço e dedicação foi necessário. Digo isso por que é muito comum nas pessoas esquecer o  quanto de dedicação foi necessário e de quanto outras pessoas ajudaram a chegar na glória.

Betina Lorscheitter e Guilherme Ribeiro vencem prova de 10km do Campeonato Brasileiro em Maceió.

Betina Lorscheitter e Guilherme Ribeiro venceram, neste sábado (5), a prova de 10 km do Campeonato Brasileiro de Maratonas Aquáticas, realizada na praia da Pajuçara, em Maceió, Alagoas. Na prova de 2,5 km da Copa Brasil, Ana Clara Guerra Silva e Bruno Yamamoto foram os primeiros a completarem o percurso. A competição é realizada pela CBDA em parceria com a FAEAL (Federação Aquática do Estado de Alagoas)

A paradisíaca praia de Pajuçara recebeu a penúltima etapa da temporada do circuito brasileiro para desenhar a definição do ranking da temporada 2019. Líder na classificação geral da prova de 10 km do Campeonato Brasileiro, Betina Lorscheitter, do GNU, venceu mais uma vez com o tempo de 2h09m11. Aricia Peree, da ACEB/BA, terminou em segundo (2h10m23) e Julia Nina, da MAC-Nina/MA, completou o pódio (2h14m02). Com a vitória, Betina disparou no ranking da prova e, agora, soma 303 pontos.

Na disputa masculina, melhor para o atleta do Corinthians Guilherme Toledo Ribeiro que, com o tempo de 2h00s37, conquistou o troféu de campeão e somou pontos importantes para o ranking nacional. Alexandre Finco, do GNU, terminou em segundo (2h00s44) e Ronaldo Sanchez, do Yacht Clube/CBC/BA, em terceiro (2h00s54). Campeão em Maceió, Guilherme é o líder do ranking brasileiro com 249 pontos.

Copa Brasil

A manhã também foi de disputa na Copa Brasil. Atletas de diversos estados brasileiros caíram na água para a prova de 2,5 km. Entre as mulheres, Ana Clara Silva – nascida em 2005 e pertencente à categoria infantil – foi a primeira mulher a completar o percurso: 31m58. Entre os homens, melhor para Bruno Yamamoto, do Circulo Militar, que terminou o percurso em 31m27.

Vale lembrar que, na prova de 2,5 km da Copa Brasil, não há disputa geral de categorias. Cada atleta nada em sua divisão de idade.

Departamento de Comunicação – CBDA

Campeonato Alagoano de Natação 2019

CAMPEONATO ALAGOANO DE INVERNO 2019

17 de agosto de 2019

 

Data: 17/08/2019 (sábado)

Local: Acqua Fênix (Clube Fênix Alagoana)

Piscina: 25 metros

Classes:
Pre-Mirim, Mirim, Petiz, Infantil, Juvenil, Júnior/Sênior, Sênior A a J e Paralímpico.

Inscrições (por prova):

  • Confederados: R$ 10,00 (Dez Reais)
  • Vinculados: R$ 15,00 (Quinze Reais)

Datas limites:

  • 12/08/2019 – Inscrição (Até às 23h59min, horário de Brasília, via site: www.cbda.org.br).
  • 13/08/2019 – Pagamento das inscrições (Enviar comprovante para faeal_a@yahoo.com.br).

Programação:

  • 1ª Etapa: 17/08/2019 – Manhã
    • Aquecimento: 07:00 às 08:15 – Início da Competição: 08:30
  • 2ª Etapa: 17/08/2019 – Tarde
    • Aquecimento: 14:00 às 14:45 – Início da Competição: 15:00

Links:

Informações:
(82) 3326-5220 – 8h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00 (segunda a sexta)
email:  faeal_a@yahoo.com.br
http://www.cbdaweb.org.br/al

Campeonato Alagoano de Inverno 2019

CAMPEONATO ALAGOANO DE INVERNO 2019

15 de junho de 2019

 

Data: 15/06/2019 (sábado)

Local: CEPA

Piscina: 25 metros

Classes:
Pre-Mirim, Mirim, Petiz, Infantil, Juvenil, Júnior/Sênior, Sênior A a J, Paralímpico.

Inscrições (por prova):

  • Confederados: R$ 10,00 (Dez Reais)
  • Vinculados: R$ 15,00 (Quinze Reais)
  • Revezamento R$ 20,00 (Vinte Reais)

Datas limites:

  • 10/06/2018 – Inscrição (Até às 23h59min, horário de Brasília, via site: www.cbda.org.br).
  • 11/06/2018 – Pagamento das inscrições (Enviar comprovante para faeal_a@yahoo.com.br).

Programação:

  • 1ª Etapa: 16/06/2019 – Manhã
    • Aquecimento: 07:00 às 08:20 – Início da Competição: 08:30
  • 2ª Etapa: 16/06/2019 – Tarde
    • Aquecimento: 14:00 às 14:50 – Início da Competição: 15:00

Links:

Informações:
(82) 3326-5220 – 8h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00 (segunda a sexta)
email:  faeal_a@yahoo.com.br
http://www.cbdaweb.org.br/al

Campeonato Alagoano de Maratonas Aquáticas 2019 – 4ª Etapa – Ipioca

CAMPEONATO ALAGOANO DE MARATONAS AQUÁTICAS – 2019

Travessia de Ipioca 2019

3.000m

Infantil a Sênior e Paralímpico

Data: 8 de junho de 2019 (Sábado)

Local: Praia de Ipioca, no final da rua Gerusa Rodrigues Bastos.

Percurso: 3.000m (Infantil a Sênior e Paralímpico)

Data limite de inscrição: 03/06/19 (segunda) às 23h59 horário de Brasília, via site

Prazo máximo para pagamento: 04/06/2019, através de depósito ou transferência bancaria. Enviar comprovante para o email faeal_a@yahoo.com.br

Taxa de Inscrição: R$ 70,00 (oitenta e cinco reais) por atleta

Programação:

  • 8/06 – Sábado
    • 12:30 – Concentração – Praia de Ipioca, em frete a Barraca Mar e Sol.
    • 13:30 – Encerramento da marcação dos números.
    • 14:00 – Largada

Links:

Mais Informações:

Fone: (82) 3326-5220 – 8h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00 (segunda a sexta)

Email: faeal_a@yahoo.com.br

Campeonato Alagoano de Natação do Interior 2019

CAMPEONATO ALAGOANO DE NATAÇÃO DO INTERIOR 2019

18 de maio de 2019

 

Data: 18/05/2019 (Sábado)

Local: Centro de Educação Integral Mario Cesar Fontes (Av. Ventura de Farias, s/nº, Eldorado, Arapiraca/AL)

Piscina: 25 metros

Classes:
Pré-Mirim, Mirim, Petiz, Infantil, Juvenil, Júnior e Sênior.

Inscrições:

  • Confederados: R$ 10,00 (Dez Reais por prova)
  • Vinculados: R$ 15,00 (Quinze Reais por prova)

Dados Bancários para Depósito:

  • Banco ITAÚ: Agência 8293 Conta Corrente 23273-5
  • Caixa Econômica Federal: Agencia 0055 Operação 003 Conta Corrente 00004245-0
  • Observação: Não serão aceitos pagamentos efetuados via depósito em caixa rápido.

Datas limites:

  • 14/05/2019 – Inscrição (Até às 23h59min, horário de Brasília, via site: www.cbda.org.br).
  • 15/05/2019 – Pagamento das inscrições (Enviar comprovante para faeal_a@yahoo.com.br).

Programação:

  • 18/05/2019
    • Aquecimento: 13:00 às 13:50
    • Início da Competição: 14:00

Links:

Informações:
(82) 3326-5220 – 8h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00 (segunda a sexta)
email:  faeal_a@yahoo.com.br
http://www.cbdaweb.org.br/al

Campeonato Alagoano de Maratonas Aquáticas 2019 – 3ª Etapa – Pajuçara

CAMPEONATO ALAGOANO DE MARATONAS AQUÁTICAS – 2019

COPA N/NE DE MARATONAS AQUÁTICAS – 2019

Travessia do Troféu Sergio Silva 2019

2.000m

Infantil a Sênior e Paralímpico

Data: 28 de abril de 2019 (Domingo)

Local: Praia da Pajuçara

Percurso: 2.000m (Infantil a Sênior e Paralímpico)

Data limite de inscrição: 18/04/19 (segunda) às 23h59 horário de Brasília, via site

Prazo máximo para pagamento: 19/04/2019, através de depósito ou transferência bancaria. Enviar comprovante para o email faeal_a@yahoo.com.br

Taxa de Inscrição: R$ 85,00 (oitenta e cinco reais) por atleta

Programação:

  • 25/04 – Quinta-feira
    • 18:30 – Credenciamento Piscina/Praia e Secretaria.
    • 19:00 – Congresso de Abertura e Técnico do Troféu Sergio Silva (Copa Nordeste de Clubes) e da Copa N/NE de Maratonas Aquáticas.
      • Local – Vila Olímpica do SESI Cambona – Av. Francisco de Menezes, 763a, Cambona, Maceió/AL, CEP: 57020-086.
  • 28/04 – Domingo
    • 7:00 – Concentração – Av. Dr. Antônio Gouveia, Pajuçara, em frente ao restaurante Dragão.
    • 7:30/8:45 – Marcação dos Números.
    • 9:00 – Largada

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Fone: (82) 3326-5220 – 8h00 às 12h00 e 14h00 às 18h00 (segunda a sexta)

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